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Sobre a condenação dos investigados pela Operação Carne Fraca, divulgada nesta terça-feira (21), o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) informa que sempre defendeu a ampla investigação de todos os envolvidos e que os condenados, após o devido processo legal, sejam punidos nos parâmetros da lei. O sindicato aguarda, ainda, a decisão da Justiça sobre outros investigados, entre eles alguns políticos.

O Anffa Sindical lembra que a operação Carne Fraca só foi possível porque um auditor fiscal federal agropecuário, delegado sindical à época da investigação, fez a denúncia à Polícia Federal depois de ter levado o fato ao próprio Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) sem qualquer êxito.

Desde 2012, o Anffa Sindical vinha apontando ao Ministério irregularidades na ação de superintendentes que eram escolhidos com explícitas ingerências políticas e cobrando que esses cargos, eminentemente técnicos, fossem ocupados por servidores de carreira - que já tivessem cumprido o estágio probatório e que fossem submetidos à prova de títulos. Em 2017, uma portaria do Ministério foi publicada determinando que os superintendentes fossem servidores de carreira. A regra valeria a partir de 2018, mas nenhum superintendente foi trocado em decorrência da norma que, por entendimento do Mapa, só vigoraria para novas nomeações. Em 2019, a portaria foi extinta.

O Anffa Sindical reitera seu compromisso com a ética, a moralidade e com a segurança alimentar de quem consome os produtos agropecuários brasileiros.

Sobre os Auditores Fiscais Federais Agropecuários - O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical) é a entidade representativa dos integrantes da carreira de Auditor Fiscal Federal Agropecuário. Os profissionais são engenheiros agrônomos, farmacêuticos, químicos, médicos veterinários e zootecnistas que exercem suas funções para garantir qualidade de vida, saúde e segurança alimentar para as famílias brasileiras. Atualmente existem 2,7 mil fiscais na ativa, que atuam nas áreas de auditoria e fiscalização, desde a fabricação de insumos, como vacinas, rações, sementes, fertilizantes, agrotóxicos etc., até o produto final, como sucos, refrigerantes, bebidas alcoólicas, produtos vegetais (arroz, feijão, óleos, azeites etc.), laticínios, ovos, méis e carnes. Os profissionais também estão nos campos, nas agroindústrias, nas instituições de pesquisa, nos laboratórios nacionais agropecuários, nos supermercados, nos portos, aeroportos e postos de fronteira, no acompanhamento dos programas agropecuários e nas negociações e relações internacionais do agronegócio. Do campo à mesa, dos pastos aos portos, do agronegócio para o Brasil e para o mundo.

Fonte:Re9 Comunicação

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