Três novos cães de detecção iniciam treinamento para fiscalização em aeroportos e fronteiras

Os animais ajudarão na fiscalização de cargas e bagagens em três estados brasileiros ainda neste ano

Três novos cães estão sendo treinados para auxiliar o trabalho dos auditores fiscais federais agropecuários (Affas) na fiscalização de aeroportos brasileiros e outros pontos de entrada do país. Os animais estão em formação no Centro Nacional de Cães de Detecção (CNCD), em Brasília, e devem entrar em plena atuação no segundo semestre de 2019. O treinamento é feito por Affas e os cães ajudarão esses profissionais a encontrar produtos irregulares em cargas e bagagens que chegam nos aeroportos e fronteiras.

 “O CNCD realizou uma pré-seleção entre um número maior de cães e escolhemos os três com maior aptidão”, diz Ângelo de Queiroz, auditor fiscal federal agropecuário e chefe do CNCD. “Avaliamos questões como o temperamento, o faro e o contato com o público nessa fase. Agora os três pré-selecionados estão em treinamento no Centro, o que pode levar entre três e seis meses, dependendo do animal”, continua. O affa ressalta ainda que o treinamento envolve uma avaliação contínua e que pode haver substituição dos animais caso necessário.

Nessa fase da preparação, os cães são introduzidos aos odores que devem procurar e que indicam a presença de produtos de interesse agropecuário cuja entrada no país é proibida. As primeiras situações que os animais encontram são ambientes controlados, que progridem para cenários cada vez mais próximos da realidade.

Após essa etapa de formação inicial, o cão entra em contato com seu condutor “Muita gente acha que basta treinar o animal, mas é preciso formar também a pessoa que vai conduzi-lo. Leva algum tempo para ela aprender a ler e entender todos os sinais que o cão apresenta durante o trabalho”, conta Ângelo. A última fase do processo é feita no próprio local de fiscalização e a performance da dupla é avaliada.

Os auditores fiscais federais agropecuários participam desde o treinamento dos cães até o seu uso nos aeroportos, portos e demais pontos de entrada nas fronteiras. Embora não seja obrigatório, a maior parte dos condutores que se apresentaram são affas, visto que os cães são utilizados como uma ferramenta para o trabalho de fiscalização, que é sempre de responsabilidade de um auditor.

“Esses profissionais são os principais beneficiários do trabalho dos cães na inspeção de cargas e bagagens”, diz Ângelo. Apenas dois estados possuem equipes desse tipo atualmente: o DF, com atuação no aeroporto internacional de Brasília; e o Paraná, com atuações no aeroporto internacional de Curitiba e no centro de triagem de encomendas internacionais dos Correios, em São José dos Pinhais.

“A previsão é que os novos cães entrem em ação no segundo semestre desse ano em Guarulhos (SP), no Galeão (RJ) e em aeroportos e postos de fronteira no norte do país, ainda em estudo”, finaliza.
 

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