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Qui, Jun

CONAFFA

A segurança no trabalho, com saúde e um clima organizacional adequado são condições inegociáveis em qualquer prática laboral. Não seria diferente que assim devesse ocorrer durante o desempenho das diversas atividades atribuídas à carreira de AFFA (Auditor Fiscal Federal Agropecuário), que muitas vezes estão associadas a diferentes graus de exposição e agentes de periculosidade e insalubridade.

Porém, apesar da garantia do direito à Segurança e Saúde no Trabalho na Constituição Federal de 1988, nem sempre a prática segue a teoria. Atentos à urgência da questão, os AFFAs André Minoru Okubo e Jorge Luiz Uzuelli, que convivem com a realidade das atividades portuárias, em Santos, encaminharam a tese: “Segurança e Saúde no Trabalho: considerações acerca da atuação dos Fiscais Federais Agropecuários”, durante o III Conaffa. A ideia era iniciar um delineamento preliminar básico sobre o assunto, com objetivo de destacar alguns aspectos no âmbito da atuação do AFFA e, a partir daí, desencadear algumas ações, bem como, favorecer um maior aprofundamento, articulação e intervenção em todos os diversos postos de atuação da carreira no país.

“Percebemos que, embora lidássemos com questões de extrema importância, envolvendo importação e exportação, por exemplo, havia lacunas quanto à saúde e segurança dos colegas durante as atividades. O problema é que muitas vezes, com a falta de condições adequadas, incorporamos procedimentos, no dia a dia, que passam a ser automáticos, e esquecemos, com isso, de enxergar o problema como um todo”, disse Uzuelli.

Três anos após a aprovação da tese, por iniciativa da Direx (Diretoria Executiva), foi criado o GT Segurança, Saúde e Clima Organizacional, com a participação de Uzuelli. A primeira reunião ocorreu no mês de abril, em Brasília. Até meados de setembro, os integrantes devem finalizar o diagnóstico com um cenário inicial de ações no campo da atividade sindical relacionado aos temas.

Os trabalhos, que têm previsão para se encerrar no segundo semestre do ano, serão baseados em três vertentes que, inclusive, dão o nome do GT: segurança do trabalho, saúde no trabalho e clima organizacional.

“Por ser um tema complexo e baseado especificamente no diagnóstico vindo de pesquisas junto à base, acredito que o trabalho deva se estender para a próxima gestão. Desta forma, elaboraremos um relatório parcial que será apresentado à Direx e o CDS [Conselho de Delegados Sindicais]. A ideia é, posteriormente, mandá-lo para o Ministério da Agricultura, o Ministério do Planejamento e para a Casa Civil, como proposta de melhoria desta questão”, disse o secretário de Administração do Anffa Sindical, Luiz Gonzaga Filho.

O AFFA André Minoru Okubo, autor da tese, aposta no Conaffa como um caminho para trazer melhorias à categoria, uma vez que ninguém mais apropriado que o filiado para relatar a realidade que ele vivencia na rotina laboral. “É uma maneira efetiva de os AFFAs registrarem sua opinião sobre ações que envolvem diretamente a carreira e municiarem o Sindicato de estratégias que valorizem ainda mais nosso trabalho”, disse.

Os interessados em encaminhar sua tese para a quarta edição do Conaffa têm até o dia 31 de julho. Mais informações: www.conaffa.com.br.

 

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